Mostrando postagens com marcador gruyère. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador gruyère. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Risoto de frango

Sou o tipo de pessoa extremamente curiosa. Aposto que vocês conhecem alguém bem assim com eu. Sendo assim, vivo fazendo perguntas para as pessoas, escolhi ser jornalista pra poder perguntar ainda mais e agora estou aqui tendo que sobreviver sem muitas perguntas, já que meu material de suporte é um livro. Mas tudo bem, as vezes ele consegue me esclarecer algumas dúvidas!
Depois que preparei o primeiro risoto - oficial - da minha vida aqui para o blog fiquei super empolgada para experimentar diversos acompanhamentos para o arroz arbóreo. E aí está. A tentativa dessa vez foi com peito de frango. Fui ao Larousse atrás de respostas sobre a melhor forma de fazer esta experiência e aqui está o resultado.
Anote os ingredientes que você precisará para reproduzir esta receita:
- 1 peito de frango desossado
- 1 ½ xícara de arroz arbóreo (para risoto)
- 1 cubo de caldo de galinha
- 2 dentes de alho
- 1 colher de sopa de extrato de tomate
- 2 colheres de salsa e cebolinha picadas
- sal e pimenta
O primeiro passo é cortar o peito de frango em pequenos cubinhos, de cerca de 1cm. Tempere o frango com uma pitada de sal, pimenta moída e os alhos picados. Coloque em uma caçarola com azeite aquecido e deixe cozinhar um pouco, até que a água da carne seque.
Coloque o arroz em uma peneira e lave em água corrente. Deixe escorrer e reserve. Acrescente o caldo de galinha ao frango e coloque cerca de 5 xícaras de água. Deixe ferver e acrescente o arroz.
O risoto demora entre 15 e 20 minutos para cozer. Fique atento, já que os grãos devem ficar al dente. No meio do cozimento acrescentei a colher de extrato de tomate e corrigi o tempero. Quando o risoto estiver pronto, misture a salsa e a cebolinha, desligue o fogo e sirva em seguida.
Optei por ralar um pouco de queijo gruyère e servir sobre o risoto. Sobre ele dispus também um pouco de manjericão seco. O aroma fica muito agradável.
É bastante comum ver em receitas pela internet o uso de creme de leite, mas o arroz apropriado dispensa esse ingrediente, já que o amido do grão arbóreo já faz o papel de engrossar e deixar o creme do risoto com uma textura e cor bem agradáveis.

Prato feito. Prato servido. Bon appétit!






sábado, 12 de outubro de 2013

Pizza de brócolis e couve-flor com molho de queijo


Passar mal a noite inteira não faz a gente ter muito pique de cozinhar, especialmente quando ver a comida aumenta ainda mais a ânsia. Mas ok. Hoje estamos na contagem regressiva para aquela pausa no blog que contei no último post. Isso está me magoando, mas é necessário.
Desculpem começar o texto falando de doença, mas não tinha como evitar, já que a escolhe do prato de hoje foi motivada por esse fato. Como não estou em condições de ir ao mercado, optei por fazer uma receita bem simples de massa de pizza que tem no livro de culinária da minha mãe que mais gosto. Essa massa é super fácil e não precisa descansar. Isso é perfeito, já que não tinha tempo para uma massa mais elaborada.
Em uma tigela peneire a farinha de trigo com sal e fermento químico em pó. Sim, é o químico mesmo, eu não escrevi errado. Aquele fermento próprio para massas de bolo. E aí está o segredo dessa massa. Se usasse fermento biológico, precisaria ficar horas descansando e dependeria de um clima quente.
Fiz uma abertura no centro da farinha e coloquei o leite e o óleo. Aí então basta misturar tudo com as mãos e formar uma bola com a massa. Vocês verão aí que a receita original indica que se abra a massa com um rolo e depois coloque na forma, mas como já a fiz diversas vezes, descobri que é bem mais prático untar a forma com óleo e já modelar a massa, com as mãos, dentro dela mesmo.
Com a massa pronta e disposta na forma, parti ao preparo da cobertura. Em uma olhada na geladeira, encontrei couve-flor, brócolis, queijo mussarela, requeijão e queijo gruyère. Com tudo isso em mãos, parti para o fogão. Em uma panela eu fervi água e coloquei alguns pedaços de brócolis e couve-flor para cozer, com sal. Em outra panela eu coloquei um pouco de manteiga, misturei com farinha de trigo e fui dando sequencia ao preparo do molho bechamel, com o qual já trabalhamos diversas vezes. Com o molho pronto e temperado com pimenta do reino, noz moscada e sal, fui acrescentando os queijos: 2 colheres de requeijão cremoso, 50g de queijo gruyère em cubos, 50g de mussarela em cubos. Mexa bem enquanto vai acrescentando para que fiquem bem diluídos no molho branco.
Em uma frigideira derreti uma colher de manteiga e dourei cinco cogumelos champignon fatiados.  Reservei.
Agora bastava montar a pizza: coloquei metade do molho sobre a massa, com exceção das bordas, cobri com o brócolis, a couve-flor e os cogumelos e na sequencia o restante do molho. Como acabamento, polvilhei um pouco dos dois queijos ralados e orégano seco esmagado entre as mãos.
Levei ao forno pré-aquecido a 200°C por 25 minutos e prontinho: uma pizza quentinha e saborosa, da qual eu comi apenas uma fatia que espero que pare no meu estômago.
Prato feito. Prato servido. Bon appétit!










segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Croque-mounsieur ou Croque-madame

Às vezes a comida mais simples pode ganhar um toque de chefe que a torne única, saborosíssima e incrivelmente especial. Um simples misto quente pode ainda, com um nome francês passar-se por uma obra de arte.
Hoje, pensando em mil coisas durante o trabalho, preparando meus alunos para a prova do Saresp, me descabelando em decisões pessoais, ficando chateada pelo meu rosto empipocado por uma reação alérgica... Estava simplesmente louca para chegar a minha casa, acender o fogo sob a panela e apreciar uma receita bem apetitosa.
Decidi preparar para a receita número 37 do blog um lanche muito especial do Larousse. O croque-mounsieur consiste em um misto quente preparado com presunto e queijo gruyère. No livro existe a opção de acrescentar ovo cozido no prato ao lanche, o que modifica o nome do prato: croque-madame. Esta é uma receita tradicional na França.
Para fazer dois sanduíches é preciso passar um pouco de manteiga em quatro fatias de pão de forma. Eu escolhi fazer meus mistos com pão integral. Coloque uma fatia de presunto sobre o pão e uma fatia de queijo gruyère. Em uma frigideira aquecida com manteiga, bastante manteiga, coloque o pão já com o recheio. Com o fogo brando, deixe-o dourar de um lado. Use duas espátulas para virá-lo e acrescente mais manteiga, para dourar do outro lado. Mantenha os mistos aquecidos.
Em dois refratários individuais coloque um pouco de manteiga, aqueça no microondas e quebre um ovo em cada cumbuca. Leve ao forno pré-aquecido a 180° C por alguns minutos. O livro indica usar a gema mole, mas eu não gosto, por questões de higiene. Então deixei meus ovos no forno até que estivessem bem cozidos.
Com o auxílio de uma faca, vá soltando os ovos das bordas do refratário. Ele deve ser retirado inteiro. Coloque então sobre os mistos. Eu optei por acompanhar meu croque-madame com salada de alface tomates. Minha irmã não é fã de salada, então comeu puro mesmo.  Acompanhamos também com molho mostarda e catchup.
Tanta manteiga conferiu ao misto crocância e sabor únicos, mas o coração, como diz Julie Child, quase parou. É simplesmente delicioso.
Prato feito. Prato servido. Bon appétit!









domingo, 22 de setembro de 2013

Risoto à piemontesa

Um dos pratos mais simples no preparo e proporcionalmente mais caros do blog, o risoto a piemontesa é puro sabor.
Sempre fui fã de um bom risoto, mas nunca me dignei a comprar um arroz próprio para o preparo deste prato. Costumava improvisar com o arroz agulinha, esse que usamos no dia a dia da culinária nacional. Para o preparo de risotos o ideal é que se utilize o arroz arbóreo, que por conter mais amido, deixa a receita mais cremosa. O grande problema é o preço: paguei R$11,00 em 2 kg.
O primeiro passo no preparo do risoto é dourar a cebola em azeite e unir a ela o arroz, “fritando” ele por alguns minutos, até que fique brilhante. Nesse ponto, basta acrescentar o caldo de galinha. Um tablete de caldo industrializado rende 250 ml de líquido. Então, na hora de fazer seu risoto, basta calcular o dobro de volume de caldo em comparação com o de arroz.
Ao arroz deve ser acrescentado um buquê garni (salsa, louro e tomilho). O cozimento leva cerca de 20 minutos. Após esse período o arroz estará cozido e quase sem caldo. Aí é chegada a hora de retirar o buquê e acrescentar a manteiga e o parmesão ralado.
Até aqui nenhum problema, tudo muito simples e lindo. Mas eu tive que enfrentar um pequeno desafio. Como o parmesão é extremamente duro, em dez minutos de esforço não ralei nem 50 g. Fiquei frustrada e resolvi usar o processador para vencer o vilão. No entanto, meu processador não deu conta. Simplesmente travava toda vez que tentava acioná-lo. Resolvi então recorrer ao liquidificador. O barulho lembrou tiros. A muito custo, no modo pulsar, consegui triturar o queijo.
Resolvi usar também o pedacinho de queijo gruyère que tinha de outra receita. Eram cerca de 50 g, mas foi o suficiente para dar um toque bem particular à receita. Na sequencia agreguei os cubinhos de presunto e desliguei o fogo. Servi acompanhado de salsinha picada e parmesão ralado/triturado. Sabor perfeito!

Prato feito. Prato servido. Agora é hora de receber visitas em casa: pessoas amadas que vem de longe são só felicidade! Bon appétit!










terça-feira, 17 de setembro de 2013

Abóbora japonesa gratinada

Alguns dizem que os propósitos divinos nem sempre são compreendidos pela gente e isso causa certa frustração. Hoje eu descobri que não passei por uma das últimas fases de seleção de mestrado da Unicamp e isso me deixou muito além de frustrada. Resolvi então recorrer a uma das poucas coisas que tem o dom de descarregar toda a tensão da minha alma: cozinhar!
A abóbora japonesa (também conhecida por cabotiã) é o meu tipo de abóbora favorito. Com uma textura mais encorpada que suas irmãs, a cabotiã é perfeita para fazer cremes e purês, por exemplo.
Utilizei meia abóbora para o preparo de uma receita para quatro pessoas. Descasquei-a – são horríveis nesse quesito; a casca é tão dura que é preciso forçar a faca para rompê-la, então quase cortei os dedos - e cortei-a em cubos e cozinhei em água com sal. Ela cozinha bem rapidinho, mas foi tempo o suficiente para que eu me arriscasse na invenção de uma receita de sobremesa que postarei amanhã para vocês.
Voltando ao preparo da abóbora, eu as escorri e amassei com meu amassador de batata (que vem me salvando constantemente na cozinha, mostrando ser bem versátil). Reservei.
Parti para a higienização de um maço de cebolinhas. Piquei bem fininho e separei metade em uma vasilha, misturando manteiga para dar liga. Usei essa mistura para cobrir as laterais e os fundos de 4 forminhas individuais de porcelana. Dispus sobre elas a abóbora, já alisando com uma espátula pão-duro (uma maravilha de silicone que é perfeita para raspar vasilhas e também para alisar coberturas). Polvilhei pimenta moída.
A receita do Larousse pede o uso de queijo gouda, mas como ele é bem caro e eu já tinha comprado o queijo gruyère na semana passada, usei parte da sobra nesta receita. Os dois queijos são bem fortes, então imaginei que não ficaria ruim. Acertei em cheio! O cortei em cubinhos e enfiei no purê de abóbora. Salpiquei o restante da cebolinha picada, reguei com azeite e levei ao forno para gratinar.
Queimei o dedo!
Por fim, acho que um adjetivo basta: sensacional! Comi tudo em um fôlego só.
Após a refeição recebi uma ligação, chorei litros e sorri toda feliz. Sim. Em certos casos isso é possível!
Prato feito. Prato servido. Bon appétit!








sábado, 14 de setembro de 2013

Barquinhas de queijo

Toda festa de aniversário traz um sabor especial, principalmente quando o felizardo é alguém que amamos. Agora, com a existência deste blog, "o sabor" passa do sentido figurado ao único.
Aceitei o desafio de preparar a receita de hoje fora da minha humilde residência. Em uma malinha trouxe meus apetrechos para a casa de amigas de Campinas. Selecionei para o evento de aniversário um aperitivo do Larousse: Barquinhas de queijo. Mas, como não sou muito fã de barquinhas, resolvi usar como base batatas chips sabor natural.
Para o preparo do recheio das “barquinhas” foi preciso limpar os champignons (não tinha ideia que as hastes dos cogumelos devem ser retiradas, fatiando-se apenas a parte de cima deles) e dourá-los em manteiga. Usei a técnica aprendida em Julie e Julia: usar muita manteiga e poucos cogumelos. Ficaram tão lindos e saborosos... fiquei emocionada (mas ainda acho que estou com sintomas da TPM).
Os champignons me levaram a falência, juntamente com queijo gruyère (cerca de R$7,00 cada 100g, da arca mais barata). Ambos precisaram ser misturados ao molho Béchamel – como expliquei em outro post, este é o nome chique do molho branco.
Cozinhar fora de casa é mais difícil do que eu pensava. Ainda bem que escolhi uma receita simples. Fiz quase tudo em um ambiente ao qual não estou adaptada, mas deu tudo certo. Não errei nadinha. Também, fui recebida de braços abertos e a cozinha foi cedida só para mim. Que luxo! Que elas perdoem o trabalhão que eu dei.
Ao acrescentar o queijo ao molho, ele já assumiu uma textura mais firme. O sabor do gruyère é bem forte. Ele lembra o parmesão, porém levemente amargo e mais cremoso. Coloquei o creme de queijo com cogumelos sobre as laminas de batata chips, polvilhei com a farinha de rosca e levei ao forno para gratinar. Servido em seguida o aperitivo agradou a todas nós. Uma ótima pedida para uma noite de petiscos!
Prato feito. Prato servido. Bon appétit!